E já que o clima é de nostalgia e grandes shows do passado, olha que sensacional esse vídeo: é a cobertura e um trecho de um show que os Beatles fizeram no dia 15 de agosto de 1965 no Shea Stadium, em Nova York.
É a maior banda da história, no seu auge da fama (embora não da criatividade) e muitos anos antes do fim. E o melhor: com qualidade de vídeo e som ótimas pros padrões do que a gente encontra da época:
Essa apresentação na época bateu recordes de bilheteria e público e provou que era possível produzir eventos dessa magnitude em espaços abertos e ainda assim ter lucro. Assim, foi um dos precursores dos mega-shows e turnês que as principais bandas e artistas do mundo fazem hoje em dia.
Foi uma mera coincidência esse blog começar justo na semana em que está se festejando os 40 anos do festival de rock que mudou o mundo.
E a melhor maneira de homenagear a data e tudo que Woodstock representou, é dar um pulo no passado e ver alguns dos momentos mais marcantes dos 3 dias de paz e música.
E pra começar, um clássico. Não é fácil superar os Beatles cantando uma das músicas do quarteto. Mas Joe Cocker conseguiu isso em With a Little Help of my Friends, imortalizada no Brasil com a abertura de Anos Incríveis, mas que já era emblemática lá fora desde essa apresentação em Woodstock:
Continuando, agora vamos de Janis Joplin e a música que, na minha opinião, é a melhor que ela já gravou: Piece of my Heart. Detalhe para ela interagindo com o público antes de cantar, falando sobre a situação das pessoas no festival:
Richie Havens está longe de ser dos artistas mais conhecidos a tocar em Woodstock, mas seu improviso no violão entoando o canto de Freedom (liberdade) foi tão marcante que ele foi chamado para repetir a canção essa semana nos gramados de Bethel, local do festival. É quase transcendental:
O show encurtado por causa da chuva (e dos choques que seus integrantes levavam) não impediram os caras do Grateful Dead de protagonizarem um dos shows mais importantes do festival. Confira a apresentação deles de Mama Tried:
E pra fechar, o momento que mais marcou a história do festival. Jimi Hendrix e sua versão psicodélica do Hino Nacional dos EUA. As distorções de guitarra que em dado momento pareciam sons de guerra são inesquecíveis:
Nada melhor que um verso do AC/DC para abrir o mais novo braço do Vida Ordinária Institute: o blog Rock Blend!
Um lugar pra gente falar, ver e principalmente ouvir do gênero de música que mais mudou (e ainda muda) o mundo.
E mais do que um trocadilho com o termo Rock Band, esse Blend significa justamente a mistura que a gente vai promover aqui. Não importa o segmento, a postura, ou a abordagem: se é Rock, tem lugar aqui.
Notícias, músicas novas, clipes, vídeos e reviews de shows, raridades, homenagens aos clássicos. Tudo tem espaço no Rock Blend.
Então chega de blábláblá e vamos começar logo a movimentar essa bagaça.
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